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Curso de Inteligência Penitenciária é ministrado para servidores em Campo Grande

publicado: 27/03/2018 15h54 última modificação: 27/03/2018 15h57

Brasília, 27/03/2018 - Servidores da área de Segurança Pública que atuam em Mato Grosso do Sul participaram do 46° Curso Básico de Inteligência Penitenciária - CBIPENO promovido pelo Departamento Penitenciário Nacional – Depen, por meio da Escola Nacional de Serviços Penais – Espen, em parceria com a Coordenação Geral de Inteligência – CGIN, bem como com a Escola Penitenciária de Mato Grosso do Sul – Espen/MS). Com carga horária de 42 horas, a capacitação ocorreu entre os dias 19 e 23 de março, em período integral, na sede da Advocacia Geral da União (AGU), em Campo Grande.

Participaram do curso 54 servidores, sendo 17 agentes federais de execução penal, uma especialista federal em execução penal, uma técnica federal em execução penal, 27 agentes penitenciários estaduais, 3 policiais militares, 3 policiais civis, um guarda municipal e um servidor da Infraero.

Nesta edição do CBIPENO, os especialistas e técnicos federais em execução penal também puderam participar. “É muito boa esta abertura para outras carreiras. Temos acesso a conhecimentos práticos e teóricos, sem contar que isso promove uma integração entre todos”, comemorou uma especialista que teve o nome preservado.

Já para o agente penitenciário estadual, Jairo dos Santos, o aprendizado adquirido por meio do curso transcende as atividades laborais, visto que, adquire-se um conhecimento que pode ser utilizado no dia-dia: “Tudo que aprendemos serve para a vida, pois mudamos o pensamento em diversas coisas. Agora, espero participar de outras edições mais avançadas”, revela.

Objetivos do curso

A capacitação objetiva, de modo geral, conhecer os conhecimentos, habilidades e atitudes (CHA) para os servidores do Depen e de outros órgãos públicos, desenvolvendo competências capazes de especializá-los na área de inteligência.

Já de modo específico, o curso visa: Conhecer ações específicas da área de Inteligência Prisional; ampliar o referencial teórico, harmonizando a teoria com a prática; uniformizar os procedimentos e documentos de Inteligência no âmbito dos Sistemas Prisionais; otimizar as relações interpessoais, com ênfase no trabalho em equipe; e, vivenciar e aplicar técnicas no desenvolvimento das ações da atividade de inteligência.

 

Serviço de Comunicação Social do Depen (Créditos do texto: Munyz Arakaki)

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