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O Departamento Penitenciário Nacional e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) publicaram, no dia 27 de novembro de 2014, os resultados da Pesquisa “A Aplicação de Penas e Medidas Alternativas”, que possibilitou a realização de um diagnóstico quanto ao desenvolvimento das ações na área. A pesquisa, conduzida pela IPEA, é um marco na política de alternativas penais no Brasil, permitindo uma maior compreensão das práticas adotadas pelo sistema de justiça criminal e uma melhor orientação da política pública implementada no país. Informações detalhadas sobre o estudo serão publicadas em breve, com o Relatório de Pesquisa completo.IPEA2014
Estudo desenvolvido com base na Execução Penal de Penas Alternativas em Aracaju, buscando analisar sua aplicação, o ideal de penas restritivas de direito e sua finalidade de ressocialização. Grasielle Borges Vieira de Carvalho, Gabriela Tavares Soares Alves, Karoline Batalha de Goes Mendes2013
O artigo destaca a importância da equipe técnica no atendimento ao apenado nas Centrais de Alternativas Penais, contando com profissionais do Serviço Social e Psicologia, assumindo, nesse modelo, em contraposição às prisões, uma postura de protagonismo na viabilização das alternativas penais e seu escopo em ressocializar. Carmen Silvia Fullin2012
O artigo destaca a importância da equipe técnica no atendimento ao apenado nas Centrais de Alternativas Penais, contando com profissionais do Serviço Social e Psicologia, assumindo, nesse modelo, em contraposição às prisões, uma postura de protagonismo na viabilização das alternativas penais e seu escopo em ressocializar. Marcelo Berdet; Patrícia Regina da Matta Silva2011
Melhores Práticas de Penas e Medidas Alternativas
O Departamento Penitenciário Nacional, em parceria com a Comissão Nacional de Penas e Medidas Alternativas (CONAPA) realizou, em 2010, a Feira de Conhecimento no VI Congresso Nacional de Execução de Penas e Medidas Alternativas - CONEPA, reunião dos atores responsáveis pela política de alternativas penais no país visando a troca de experiências e informações. Dentre os os projetos inscritos, foram selecionadas as 15 Melhores Práticas de Penas e Medidas Alternativas do Brasil.
Ministério da Justiça/DEPEN2011
A eficácia das penas alternativas na perspectiva das vítimas
A pesquisa avalia, na perspectiva de vítimas, como a aplicação de penas e medidas alternativas nos delitos de furto e roubo, respeita o direito das vítimas e dos réus e os interesses em segurança da sociedade. 
Liana Fortunato Costa,
Ela Wiecko Volkmer de Castilho,
Fabiana Costa Oliveira Barreto,
Olga Maria Pimentel Jacobina
2010
Dez anos da Política Nacional de Penas e Medidas Alternativas
A publicação, executada e organizada pela promotora Fabiana Costa Oliveira, então Presidente da Comissão Nacional de Apoio às Penas e Medidas Alternativas – CONAPA, apresenta um exame e o marco histórico de dez anos do desenvolvimento e resultados da política de Penas e Medidas Alternativas.
Ministério da Justiça2010
Interdisciplinaridade, Serviço Social e penas alternativas: entre a tutela institucional e a emancipação dos sujeitos em conflito com a lei
O artigo traz a discussão sobre o uso metodológico da interdisciplinaridade como ferramenta para melhor implementação de penas alternativas, centrado nas técnicas e práticas institucionais no âmbito do atendimento psicossocial desempenhado por assistentes sociais, psicólogos e pedagogos np Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.
Bem como suscita uma discussão acerca da interdisciplinaridade como alternativa ao modelo fragmentado de produção científica, que não dá conta de interpretar as complexas realidades sociais.
Marcos Francisco de Souza2009
Tão próximos, Tão distantes: Justiça Restaurativa entre comunidade e sociedade
A dissertação discute a atuação da Justiça Restaurativa e sua relação com a problemática de sua implementação no contexto das sociedades modernas.
 Juliana Cardoso Benedetti2009
Roubo e Furto no DF: Avaliação da efetividade das sanções não privativas de liberdade.
Pesquisa proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e a Escola Superior do Ministério Público da União, executada pelo Grupo Candango de Criminologia, voltada para o paradigma da duração  da prisão provisória na criminalização por furto, visando mensurar em que medida a aplicação de penas e medidas não-privativas de liberdades, na criminalização do furto simples, do furto qualificado e do roubo simples, no Distrito Federal, respeita os direitos da vítima, do réu e os interesses da segurança pública. 
Escola Superior do Ministério Público/ MPDFT/ Grupo Candango de Criminologia de pesquisa da UnB2008
Reincidência em Penas Alternativas
O estudo traz um levantamento de dados que contemplam a eficácia da aplicação das alternativas penais articulada ao parâmetro dos índices de reincidência, tendo como base pesquisa realizada junto a Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro.  
Paula Rodrigues de Sant’Anna2008
Levantamento Nacional Sobre Execução de Penas Alternativas 
Pesquisa realizada pelo ILANUD/Brasil, com objetivo de apresentar um panorama dos sistema de execução de alternativas penais no Brasil e do estágio em que se encontrava a implementação da política,  considerando fatores como a construção do perfil do indivíduo apenado relacionado a natureza dos crimes que imputam alternativas penais e dos dados acerca do cumprimento dessas medidas, assim como conhecer o que se vem executando em termos de monitoramento e fiscalização. Um outro objetivo da pesquisa é dar conta do grau de implementação dos serviços de apoio técnico referentes ao atendimento psicossocial que tornam possível a realização do programa. Uma vez levantados esses dados, a pesquisa buscou apresentar um retrato nacional dos cinco anos da implementação da política de alternativas penais, da implantação da Cenapa e das varas especializadas nos Estados.
ILANUD/Brasil2006
Penas Alternativas: implicações jurídicas e sociológicas
O estudo analisa em que medida as penas alternativas têm contribuído para uma participação dos apenados na sociedade, efetivando o projeto de reeducação e reinserção social. Considerando esse escopo, são traçados alguns percursos: os aspectos jurídicos das penas alternativas, o nível de participação da sociedade no desenvolvimento dessas penas, analisar seus processos de organização, operacionalização, fiscalização e execução.
Larissa Suzane Biscaia, Maria Antônia de Souza2004
Medidas Alternativas: Estrutura Necessária para aplicação, fiscalização e avaliação
O artigo descreve o processo de estruturação dos órgãos do poder Judiciário e do Ministério Público para aplicação de medidas alternativas. 
Fabiana Costa Oliveira, Juliana Vieira Ávila Chagas, Maria Cristina Viana,
Vera Lúcia Abadia Gomes e Valdair Custódio Alves
2002
Contribuição do Serviço Social para a Aplicação de Penas Alternativas O artigo reflete acerca do tema das penas alternativas, elucidando a contribuição de assistentes sociais no processo de acompanhamento de cumpridores de alternativas penais. Silvia Alapanian Colmán2001